segunda-feira, 30 de junho de 2008
Parabéns... este babe já tem 33...
Obrigada a todos os amigos que ajudaram nesta festa surpresa... só com vocês ela foi possível de realizar. Acredito que a felicidade de nós dois ficou completa com a vossa presença!!!
quarta-feira, 25 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
Conversas de Comboio...
Pouco entretida que ando a ler, acabo sempre por ouvir, com alguma cusquice, as conversas dos passageiros que vão ao meu lado no comboio. Em duas viagens, apanhei duas conversas interessantes...LOL...
1ª Mãe e filha, tratando-se ambas por você, falavam com uma chiqueze à qual não estamos habituados quando viajamos na linha de Sintra. A mãe, dizia para a filha que este país está cada vez mais rasca, mas que tem pelo menos o direito de impedir a filha Bé (uma adolescente) de pintar as unhas das mãos de forma rasca: "Se as outras pessoas querem ser rascas não quero saber, mas quanto à sua irmã Bé tenho todo o direito de a impedir de seguir esse caminho". Entre muitos imensos, adoráveis, extremamentes, elas lá foram conversando sobre o casamento de uma outra irmã/filha!
As duas saíram no Monte-Abrãao ( e não me interpretem mal, não acho que seja uma localidade rasca), mas fico a indagar, como é possível ela achar o país rasca e depois viver ali. Onde não existem condomínios privados com piscina e o mais provável é encontrar, a cada esquina, uma mulher pintada com as unhas de forma a que considera do mais rasca que existe!!! Psodonísse, só pode!!!
2ª Hoje de manhã duas mulheres falavam sobre doenças, enquanto uma dizia à outra que, além de outras muitas cirurgias, já tinha sido operada à apêndice. Esperei, esperei até que ouvi a frase típica de quem já foi operado a este mal: "olhe, o médico disse-me que mais uma hora e tinha morrido!".
Ri-me por dentro (não da situação, claro), mas a verdade é que sempre oiço que o prognóstico do médico é este e na realidade nunca conheci ninguém que tivesse realmente batido a bota com este problema, sempre chegam a tempo ao hospital! Agora interrogo-me, é um mito? Alguém conhece alguém que tenha ido desta para melhor por não conseguir chegar a tempo de ser operado? Não vale conhecer um amigo do amigo, ok?
1ª Mãe e filha, tratando-se ambas por você, falavam com uma chiqueze à qual não estamos habituados quando viajamos na linha de Sintra. A mãe, dizia para a filha que este país está cada vez mais rasca, mas que tem pelo menos o direito de impedir a filha Bé (uma adolescente) de pintar as unhas das mãos de forma rasca: "Se as outras pessoas querem ser rascas não quero saber, mas quanto à sua irmã Bé tenho todo o direito de a impedir de seguir esse caminho". Entre muitos imensos, adoráveis, extremamentes, elas lá foram conversando sobre o casamento de uma outra irmã/filha!
As duas saíram no Monte-Abrãao ( e não me interpretem mal, não acho que seja uma localidade rasca), mas fico a indagar, como é possível ela achar o país rasca e depois viver ali. Onde não existem condomínios privados com piscina e o mais provável é encontrar, a cada esquina, uma mulher pintada com as unhas de forma a que considera do mais rasca que existe!!! Psodonísse, só pode!!!
2ª Hoje de manhã duas mulheres falavam sobre doenças, enquanto uma dizia à outra que, além de outras muitas cirurgias, já tinha sido operada à apêndice. Esperei, esperei até que ouvi a frase típica de quem já foi operado a este mal: "olhe, o médico disse-me que mais uma hora e tinha morrido!".
Ri-me por dentro (não da situação, claro), mas a verdade é que sempre oiço que o prognóstico do médico é este e na realidade nunca conheci ninguém que tivesse realmente batido a bota com este problema, sempre chegam a tempo ao hospital! Agora interrogo-me, é um mito? Alguém conhece alguém que tenha ido desta para melhor por não conseguir chegar a tempo de ser operado? Não vale conhecer um amigo do amigo, ok?
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Aqui estou...





Depois de um pequenino interregno neste blog (o trabalho assim o exigiu), aqui estou de novo com news. Pois é, e aqui está uma bela tarde bem passada, mesmo ali para os lados do Jamor. 4 euros à hora e andas 60 minutos a remar no barquito, enquanto amolgas a carapaça do coitado, indo umas 300 vezes contras as pedras das bermas... com prática chega-se lá!
quinta-feira, 12 de junho de 2008
SER PORTUGUÊS

Legenda 1: Isto anda lindo, anda!... Combustíveis a subir à descarada, despedimentos em massa, corrupção, os pobres mais pobres, os ricos mais abastados...
Legenda 2: Que miséria! Eu até tenho vergonha de ser português! Palavra de honra...
Legenda 3: ... e a selecção treinou toda a manhã em ambiente de grande confiança para o europeu...
Legenda 4: Viva Portugal!
PS --> É que é tal e qual!!!
sexta-feira, 6 de junho de 2008
E diz Ricardo Araújo Pereira...

EM LOUVOR DE AMY WINEHOUSE (e Vodkahouse e Whiskyhouse)
Começou, na passada sexta-feira, o Rock in Rio, o popular festival de música que se caracteriza por não ser de rock nem decorrer no Rio. Sob o lema por um mundo melhor, dezenas de artistas lutam, ao longo de dois fins-de-semana, para proporcionar um Mundo realmente melhor a todos os habitantes do resto do planeta e meia dúzia de dias infernais a quem reside a Chelas. Uma coisa são tiroteios entre vizinhos e a polícia, violências entre gangs na rua e tráfico de droga à descarada. Mas, porém, ao virar da esquina, o Rod Stewart a uivar à uma da manhã é um castigo que aquela gente não merece.
Nesta edição do festival, acompanhei, com especial interesse, o concerto de Amy Winehouse. Devo dizer que qualquer expectativa que eu pudesse ter foi superada. Além de lutar por um mundo melhor, Winehouse lutou, e muito, para se manter de pé. São dois combates em vez de um. Nem sempre conseguiu, é certo, mas fez um esforço heróico. À primeira vista, dir-se-ia que Amy Winehouse entrou em palco sobre a influência de mais que uma substância, sendo que o álcool talvez tomasse a dianteira. Tratando-se de um festival familiar, a actuação de Amy proporcionou divertimento para toda a família. “Eu acho que ela está bêbada. E tu, papá?” “Creio que não, filho. Repara como ela cambaleia. Isto é chinesa, e da boa.”Acima de tudo, foi um concerto que sublinhou, uma vez mais, a diferença que existe entre um bêbado deprimente e um grande artista. Ambos balbuciam coisas sem sentido e cantam, mas o que está à frente de um baterista e dois guitarristas é o grande artista.
Não quero com isto sugerir que Amy Winehouse não contribuiu para que o Mundo fosse melhor. Por um lado, toda a gente que já se entregou aos prazeres do álcool percebeu que, ao segundo ou terceiro copo, o Mundo parece, de facto, começar a melhorar. Agora imaginem quão bom é o Mundo de Amy Winehouse. É possível que a artista estivesse convencida de que se encontrava de facto, no Rio de Janeiro. É possível até que estivesse convencida de que aquilo que estava a fazer era cantar. Por outro lado, deve destacar-se a mensagem que Amy passou aos jovens. Os jovens, aparentemente, precisam muito de receber mensagens, e a generalidade das pessoas espera que sejam os cantores e as estrelas da televisão a enviá-las. Pois bem, a mensagem de Winehouse era clara e edificante: não consumam álcool nem drogas, pois receio que não sobrem para mim.
Há quem diga que estes concertos podem fazer muito para resolver a probreza no Mundo. Mas são artistas como Amy Winehouse que vão além da caridade e têm, de facto, uma intervenção macro-económica séria. A economia da Colômbia, por exemplo, está toda às costas da rapariga.
[RAP in Visão]
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